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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Robótica mais perto do homem

Por Alfredo Durães
no Estado de Minas


Cientistas da USP São Carlos, em parceria com universidade norte-americana, se debruçam sobre a combinação entre neurônios, chips e próteses para beneficiar, no futuro, pessoas com deficiências auditivas e de mobilidade.

Na letra da música Índios, feita há quase 30 anos, o cantor e compositor Renato Russo, da banda Legião Urbana, tascou a frase: “E o futuro não é mais como era antigamente”. Descontadas as décadas de uso, ela continua em pleno uso e o futuro vai cumprindo, fielmente, aquilo a que sempre se propôs, ou seja, ser incerto. Faz parte de sua natureza. No entanto, a força brutal da tecnologia, que se impõe cada vez mais no presente, demonstra que o amanhã se torna, a cada dia, muito mais imprevisível. Bem mais do que imaginou (ou desconstruiu) o cantor. No campo da tecnologia, não é mais possível fazer previsões mais ou menos aproximadas. Para ficar com um exemplo simples, basta lembrar o uso popular (ou até mesmo a existência) de telefones celulares, smartphones ou iPads, algo absolutamente impensável há poucas décadas. Esses aparelhos estariam muito mais para a ficção científica e o desenho animado dos Jetsons que para a realidade palpável.


Nessa seara, devemos incluir a medicina aliada com a tecnologia, que dá passos no sentido de criar pequenas máquinas acopladas ao corpo humano. O que também não seria nenhuma novidade se levarmos em conta a existência de aparelhos para combater a surdez ou o bom e velho marcapasso, ambos já com anos de estrada. No entanto, o desafio atual são os chamados impulsos cerebrais aliados a chips, que estão sendo estudados de forma a se tornar aliados no combate a vários males físicos ou de mobilidade. Aparelhos que, por exemplo, ajudariam um tetraplégico a andar, a partir da combinação de funções entre neurônios, chips e próteses robóticas.

Não é possível dizer que essa espécie de, diríamos, “parte homem, parte robô” será uma realidade num futuro próximo. Como também é impossível dizer que não será. Nesse caminho, pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, estão tentando desenvolver chips implantáveis (com cerca de um centímetro quadrado), que permitam a substituição (ou interação) de partes do corpo por equipamentos eletrônicos com o uso de carbeto de silício (3C-SiC), material que não provoca reações adversas no organismo.

O estudo “Projeto e fabricação de chips implantáveis utilizando materiais biocompatíveis para interfaces cibernéticas avançadas” é do ICMC junto com a Universidade do Sul da Flórida (USF), nos Estados Unidos, visando ao intercâmbio de cientistas e alunos de graduação na área de biocibernética. Ele é aprovado pelo programa Ciência sem fronteiras, do governo federal, na categoria visitante especial. As interfaces cérebro-máquina já auxiliam a vida de milhares de deficientes físicos em todo o mundo. Segundo um dos autores do projeto, o professor do ICMC Mario Gazziro, “na prática, implantes cocleares (auditivos) são usados por cerca de 120 mil pessoas no mundo, além de 80 mil usuários dos implantes conhecidos como “estimulação profunda do cérebro”, para auxiliar no tratamento do mal de Parkinson e dores crônicas”.

Mas, o que é mesmo essa tecnologia e como funciona no corpo humano? De acordo com Gazziro, embora interfaces cérebro-máquina já sejam utilizadas em diversas áreas da medicina de reabilitação e tratamento, não existe uma solução prática para realização das interfaces com o córtex-motor. “Mesmo que diversos cientistas no mundo tenham provado que isso é possível — incluindo o cientista brasileiro Miguel Nicolelis, professor titular do Departamento de Neurobiologia e codiretor do Centro de Neuroengenharia da Duke University (EUA) — e, a partir daí, controlar próteses robóticas, todos enfrentam o problema de biocompatibilidade a longo prazo dos eletrodos (que são os dispositivos que entram em contato com os neurônios), além de todos usarem fios na interface”, acresenta Gazziro.

CARBETO DE SILÍCIO Segundo ele, a proposta desenvolvida na USP São Carlos usa eletrodos de carbeto de silício — pois os eletrodos tradicionais são feitos de silício, que param de funcionar com o tempo — e uma tecnologia de transmissão de rádio. Gazziro pontua ainda que os dois grandes desafios da biocibernética são a compatibilidade do material usado na fabricação do chip com o organismo humano e o consumo de energia gasta pelo eletrodo dentro do dispositivo.

Ele diz que a questão da biocompatibilidade foi solucionada pelo professor norte-americano Stephen Saddow, da USF, que participa do projeto como visitante. A equipe de Saddow estudou diversos materiais semicondutores para descobrir que o carbeto de silício tem as propriedades necessárias para o desenvolvimento de uma interface cerebral. Depois de 30 dias de implantação, o 3C-SiC não causou grandes problemas ao tecido neural das cobaias.

O professor Dilvan de Abreu Moreira, do Departamento de Ciências de Computação do ICMC, é o coordenador técnico do projeto. Participam também o professor Carlos Alberto dos Reis Filho, da Universidade Federal do ABC, e Claudius Feger, do Centro de Pesquisas da IBM de São Paulo. A IBM, gigante americana na área de tecnologia, se interessou pelo projeto, pois se o experimento for um sucesso, será preciso industrializar o processo de fabricação de chips com carbeto de silício. Para Gazziro, a solução do biochip poderá ser usada em esqueletos artificiais feitos de metais resistentes que ampliam a capacidade física de portadores de deficiência. “Bastará o leitor dos sinais do chip enviar os comandos captados no cérebro para que eles substituam o papel do membro não funcional”, disse.

contraponto
“Do jeito que isso está sendo mostrado, uma mãe pode achar que seu filho paraplégico vai voltar a andar em breve. E não é verdade”, critica Sérgio Teixeira da Fonseca, orientador do curso de doutorado em ciência da reabilitação, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e editor da Revista Brasileira de Fisioterapia. Ele se mostra um pouco cético quanto ao assunto: “Penso que a interface homem-máquina está, atualmente, muito mais para a ficção científica do que para a realidade. Na minha concepção, é algo até viável, mas que atualmente enfrenta vários problemas. As pessoas não devem ficar muito animadas”, diz. Fonseca argumenta que um tetraplégico poderá até dar o chute inicial da Copa do Mundo em 2014, aqui no Brasil, como prometeu o cientista Miguel Nicolelis, mas será só isso. “A perna poderá sim ser estimulada, treinada para fazer o movimento do chute, mas daí até a pessoa andar, dar passos, é uma distância muito grande. O movimento do corpo humano é condicionado ao ambiente, ele se adapta para se relacionar com o mundo e isso a máquina não faz”, explicou.

Fonte: Estado de Minas

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Concurso de contação de histórias em Libras

Há 35 anos a Fundação de Rotarianos de São Paulo, por meio do Centro de Educação para Surdos Rio Branco iniciou seu trabalho educacional com surdos. Para marcar esta data e sua trajetória de conquistas o CES Rio Branco realizará, entre outros, um Concurso de Contação de Histórias em Libras com o objetivo divulgar a cultura surda e estimular a produção de materiais em Libras.


O Concurso está com inscrições abertas de 06/08/2012 a 06/09/2012 para contadores de histórias, reais ou de ficção, em Libras.

O Concurso tem caráter exclusivamente cultural, não subordinado a qualquer modalidade de pagamento pelos participantes, nem à vinculação deste à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço.

Quem pode participar:

O concurso é direcionado a surdos de qualquer idade, com a devida comprovação, de todo Brasil.

Regulamento:

Para participar, o inscrito deverá produzir e enviar um vídeo de até 5 minutos (DVD) com a história em Libras e enviá-lo, em um único envelope, junto a ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada, cópia do RG e CPF, comprovante de surdez (cópia de audiometria ou laudo médico) e Termo de Utilização de Imagens e/ou Vídeo, preenchido e assinado, até a data de 06/09/2012 para o seguinte endereço: Rodovia Raposo Tavares, 7200 – Km 24 – Cotia – São Paulo. CEP 06709-015

Na frente do envelope deve estar escrito: Centro de Educação para Surdos Rio Branco – Concurso de Contação de Histórias em Libras.

No caso de inscrição de candidatos com idade inferior a 18 anos os responsáveis legais deverão enviar cópia de seu RG e CPF e assinar a ficha de inscrição e o Termo de Utilização de Imagens e Vídeo , além de cópia da certidão de nascimento do participante.

Os responsáveis legais responderão por questionamento de qualquer espécie relacionado ao concurso.

Não serão aceitas inscrições de trabalhos que contenham conteúdos pornográficos ou de apelo sexual, bem como qualquer tipo de apologia ao uso de drogas, abuso de menores, ou qualquer situação que viole as leis brasileiras, os direitos humanos e os bons costumes.

Os participantes poderão inscrever trabalhos de sua autoria ou histórias de domínio público, estando os organizadores isentos de qualquer responsabilidade sobre a utilização indevida de todo ou qualquer bem de titularidade de terceiros, protegido pela legislação de direitos autorais.

Julgamento

Os vídeos serão avaliados por comissão julgadora, que levará em conta a, a originalidade, a criatividade e a expressão na Língua Brasileira de Sinais

A Comissão Julgadora será composta por profissionais da Fundação de Rotarianos de São Paulo.

Comissão julgadora

A Comissão Julgadora, constituída especificamente para esse fim, será formada por profissionais da Fundação de Rotarianos de São Paulo

A Comissão Julgadora é soberana em suas decisões, não sendo admitidos recursos.

Os casos omissos serão resolvidos pela comissão julgadora

Premiação

Os dez melhores vídeos farão parte de um DVD que será produzido pelo CES Rio Branco e distribuído para instituições que trabalham com surdos

O evento de premiação acontecerá no Encontro Comemorativo ao Dia do Surdo realizado pelo Centro de Educação para Surdos Rio Branco no ano de 2012, com data a ser divulgada posteriormente.

Sobre as Disposições Gerais

Os participantes autorizam, desde já, o uso do seu nome e de sua imagem para divulgação dos resultados, sem ônus, de qualquer espécie, para o Centro de Educação para Surdos Rio Branco e a Fundação de Rotarianos de São Paulo.

O não cumprimento de quaisquer das regras deste regulamento poderá causar a desclassificação imediata do participante. O ato da inscrição neste concurso implica na aceitação de todos os termos deste regulamento.

Os participantes declaram, desde já, serem responsáveis pela autoria do DVD encaminhado e que os mesmos não constituem plágio ou qualquer violação de direitos de terceiros.

Os casos omissos e as dúvidas porventura suscitadas serão solucionadas pela Comissão Julgadora do concurso.

Os participantes serão os únicos responsáveis por qualquer violação de direitos de terceiros, autorais ou de imagem, respondendo por qualquer prejuízo que os organizadores venham a sofrer em razão do uso das imagens, conforme previsto neste Regulamento.

A cessão de direitos de uso das imagens não constitui cessão de título de propriedade, podendo o autor utilizá-la como bem lhe convier para outras finalidades, inclusive comerciais.

As inscrições postadas fora do prazo estabelecido ou com documentação faltante ou incompleta serão desconsideradas.

Caso o participante seja premiado a Fundação de rotarianos de são Paulo não se responsabiliza pelo custeio do transporte e hospedagem ou quaisquer outros custo para participação na cerimônia de premiação.

Atendimento de dúvidas e esclarecimentos: (11) 4613 -84 78 ou e-mail:ces@ces.org.br

Ficha de inscrição para impressão http://www.ecs.org.br/site/Destaques/120807_Contacao_historia/ficha-de-inscricao.pdf


Fonte







sexta-feira, 20 de julho de 2012

The blue ear - A orelha Azul


Incentivo: A pedido da mãe de um menino dos EUA com perda auditiva, a Marvel fez um herói com aparelho de surdez que tem o poder de ouvir pedidos de ajuda. A seguir algumas reportagens (traduzidas) do site da Marvel. Bela iniciativa !



Por Tim Stevens
Como tantos de nós, Anthony Smith só quer ser como seu favorito super-herói.

Ele quer ser tão forte quanto o Hulk, tão rápido quanto Mércurio, tão inteligente como Senhor Fantástico, e tão engraçado quanto o Homem-Aranha. No entanto, quando ele olhou para seus favoritos, ele viu que nenhum deles parecia ser como ele, de uma maneira fundamental: nenhum deles usava um aparelho auditivo. Assim, apesar do dispositivo que ele e sua família chamam de "orelha azul", dando-lhe a capacidade de ouvir o mundo ao seu redor, ele rejeitou.

Sua mãe, Christina D'Allesandro, frustrada com o desenvolvimento e em uma perda de como convencer seu filho que os heróis poderiam usar aparelhos auditivos, estendeu a mão para Marvel na esperança de que algum personagem ou imagem poderia mostrar seu filho que ele não precisa sacrificar sua audiência a ser um dos mocinhos.

"Christina enviou sua carta sincera em geral para o catch-all como "cartas de fãs", que é compartilhado pelo grupo de heróis em editorial, "Editor Bill Rosemann lembra. "Ela não se dirigiu a uma pessoa específica, ela ainda mencionou que, provavelmente, o e-mail poderia acabar em nossos filtros de spam, mas ela mandou-o de qualquer maneira, porque Christina é um dos verdadeiros heróis desta história."



"Foi seu esforço para ajudar seu filho que inspirou e tocou muitos de nós aqui e estimulou-nos em ação", continuou ele. "Eu enviei o e-mail ao redor, para o resto do editorial, perguntando o que poderíamos fazer para ajudar, perguntando se alguém sabia quaisquer artistas que estariam dispostos a desenhar algo para Anthony. E, assim como quando o Capitão América grita, "Avengers Assemble ', a equipe entrou em ação."

A Orelha Azul
por Nelson Ribeiro


Marvel Senior VP - Editor Executivo e residente história especialista Tom Brevoort, desde a primeira peça importante.

"Tom foi o que era bom o suficiente para me lembrar que Hawkeye perdeu a audição de volta nos anos 80, durante a sua [série limitada] solo," Rosemann explica, "eu era capaz de encontrar muito rapidamente e enviar um jpg de VINGADORES West Coast # 1 a capa Christina. Eu disse a ela que não só super-heróis no fato de que a prótese auditiva, mas que Hawkeye, um Avenger real, usa-los e que, se Anthony usava, ele se tornou um vingador honorário ".

Não satisfeito o suficiente para simplesmente prometer Anthony estado honorário Rosemann e empresa queria entregar na realidade desenhada.

"[Editor] Lauren Sankovitch dividiu o e-mail com Nelson Ribeiro em edições Coletados, que então criou sua obra-prima Marvel Poderoso destacando a negrito Orelha Azul", o editor diz. "Então, [editor] Tom Brennan estendeu a mão para o Bullpen próprio Manny Mederos, que chamou sua equipe-up incrível tiro de Hawkeye e Orelha Azul".
Os esforços não foi apreciado por Anthony ou Allesandro D '. Na verdade, eles ecoou por todo o caminho até as salas da escola do menino, OUVIR em New Hampshire, um instituto dedicado especificamente à educação de deficientes auditivos.

"Uma das melhores coisas sobre toda essa experiência tem sido Christina relativo a nós em uma série de e-mails quanto a arte tem animado Anthony", Rosemann ressalta. Ele está correndo por aí com as pin-ups, mostrando-lhes aos seus amigos na escola, que inspirou os professores a organizar um "vestido como um super-herói" evento ".

Hawkeye & A Orelha Azul
 por Manny Mederos

Como para convencer Anthony precisa envergar seu aparelho auditivo vai para a frente, bem que também provou ser bem-sucedido e, em seguida, alguns:
"Christina diz-me que Anthony está usando seu aparelho para que ele possa ser como Orelha Azul e ouvir gritos de outras pessoas para ajudar e ela também mandou um traje especial orelha azul!"


Mais sobre Marvel 





terça-feira, 29 de maio de 2012

Tão longe, de mim distante: Descubra um pouco mais do universo da pessoa com deficiência auditiva.


Posso desenhar para você, usando Libras as letras de meu nome: Sandro. Sou surdo desde criança. O surdo sofre muito primeiramente com a família, quase sempre despreparada para o convívio. Não é suficiente a comunicação somente com sinais inventados em casa, no máximo apontam objetos nomeando (como água, comida, sair...).

A informação, os apelidos carinhosos, e as explicações sobre o que é o mundo não existem. Muito menos regras sociais de convivência (Por favor, Obrigado, Quer ajuda?). Comigo era tudo no tranco – apanhava para trabalhar na roça, de um pai envergonhado com a minha condição. A capacidade de se comunicar dele também não era lá essas coisas, batia muito em minha mãe. Ela, em sua ansiedade de falar comigo, escrevia. E eu fingia que conseguia ler. Todas as crianças precisam passar logo no início de suas vidas pelo teste da orelhinha.

Em caso de surdez, precisamos capacitar todos os envolvidos com sua educação em Libras, permanecendo com apoio técnico por muitos anos, usando os gestos, as expressões fisionômicas, as leituras traduzidas para Libras, os filmes e documentários. Há que informar esta criança. Para depois trabalhar a informação em regras de civilização. Meus vizinhos de roça também não me entendiam, e gozavam muito. Nunca fui à escola, mas percebia que escrever era importante, e sozinho comecei a copiar as letras e tentar juntar com o que eu sabia nomear.

Só com 18 anos tive acesso ao alfabeto. Conclui que precisava mudar alguma coisa em minha vida e fugi com amigo, surdo também, para a grande cidade, mesmo com medo da violência. Lá era possível ganhar algum dinheiro, vendendo objetos em semáforos. Com 22 anos descobri a língua de sinais, em uma igreja. Com a lei de Cotas tive a primeira oportunidade de emprego fixo – usinagem. Fiquei 1 ano e 3 meses. Casei com 29 anos, ela é surda. Em confecção cortei tecido, durante 3 anos e meio. O salário atrasava muito, e pagar as contas só com o salário de empacotadora de minha esposa estava difícil, mudei para o atual trabalho que é ótimo, nesta nova firma quatro pessoas falam Libras! Temos filhinha de sete anos que já é a nossa tradutora, sabe Libras e nos conecta ao mundo.

Ela aprendeu o português com minha cunhada. Sentimos imensa falta de serviço profissionalmente estruturado de tradução de Libras, em todos os lugares. Na sala do convênio médico nunca sei quando estou sendo chamado. E explicar o que se sente na consulta? E entender como usar a medicação? Somente com este direito de falar e ser ouvido respeitado é que não sentirei mais o mundo “tão longe, de mim distante...”





Caso real.Elizabeth Fritzsons da Silva, psicóloga e diretora da Unidade de Atenção aos Direitos da Pessoa com Deficiência, colaboradora do LIBERAL.

Oferecemos arquivo de textos específicos, de documentos, leis, informativos, notícias, cursos de nossa região (Americana), além de publicarmos entrevistas feitas para sensibilizar e divulgar suas ações eficientes em sua realidade. Também disponibilizamos os textos pesquisados para informar/prevenir sobre crescente qualidade de vida. Buscamos evidenciar assim pessoas que podem ser eficientes, mesmo que diferentes ou com algum tipo de mobilidade reduzida e/ou deficiência, procurando informar cada vez mais todos para incluírem todos.