quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Prevenção com ácido fólico na gravidez é rara e incorreta no Brasil

DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA + SAÚDE"
Uma medida simples para evitar malformações em bebês ainda é pouco adotada pelas brasileiras e será tema de campanha nacional com lançamento marcado para hoje em São Paulo.

Um levantamento com 500 mulheres realizado pelo médico Eduardo Borges da Fonseca, professor de obstetrícia da Universidade Federal da Paraíba, mostra que só 13,8% tomaram suplemento de ácido fólico antes de engravidar.

O uso dessa vitamina ao menos 30 dias antes do início da gestação, continuando até o terceiro mês, reduz em cerca de 75% a ocorrência dos defeitos de fechamento do tubo neural (a região do embrião que vai dar origem ao sistema nervoso central).

Hoje, 1 em 1.000 crianças nasce com algum desses problemas no país. Os mais comuns são espinha bífida (exposição dos nervos da medula espinhal) e anencefalia.

A anencefalia leva à morte do bebê. No caso da espinha bífida, a gravidade varia conforme a posição da lesão e a extensão. Algumas crianças não precisam de tratamento e outras podem ser submetidas a cirurgia logo após o parto. Mas muitas, mesmo após a operação, sofrem sequelas, como paralisia e dificuldades de aprendizagem.

No estudo, feito em João Pessoa, a maioria das que usaram o ácido fólico o fez de forma incorreta, muitas vezes com doses maiores dos que as ideais (de 400 microgramas por dia). Estudos com animais apontam que a suplementação em excesso pode levar a bebês com baixo peso.

Cerca de metade da amostra era de mulheres atendidas pelo SUS e a outra metade, de clínicas particulares. "Não houve diferença entre os grupos", afirma Fonseca, que é presidente da comissão de medicina fetal da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

"Os números que nós encontramos são muito semelhantes aos de um estudo feito em Pelotas (RS) há seis anos. A situação não melhorou desde então."

O fechamento do tubo neural acontece entre a segunda e a quarta semana de gravidez. No Brasil, segundo pesquisa da Fiocruz com 22 mil mulheres, 55% das gestações não são planejadas.

"Em geral, a mulher só chega ao médico de dois a três meses depois do início da gravidez, o que já é uma fase tardia para o início da suplementação", afirma o médico.

Por isso, um dos focos da campanha da Febrasgo é estimular médicos a informar as mulheres sobre a importância do suplemento durante as consultas anuais.

A fortificação de farinhas de trigo e de milho com ácido fólico, obrigatória no Brasil desde 2004, consegue reduzir em 39% a ocorrência das malformações.

"Mas essa medida não atinge a todas. Muitas mulheres hoje adotam dietas da proteína, com baixa ingestão de carboidrato. Por isso é melhor usar as duas formas de prevenção: a alimentação fortificada e a suplementação."


Editoria de arte/folhapress

 










UNICEF lança ferramenta online de inovação com foco na infância

Com o objetivo de reunir inspiração e experiência técnica, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciou esta semana o lançamento de um novo site intitulado ‘Inovar para as Crianças’ (Innovate for Children).

A plataforma chama a atenção para os desafios da saúde e da educação enfrentados por crianças de países em desenvolvimento e o potencial inovador da criação de produtos e o uso inventivo da tecnologia para encontrar soluções.



“A inovação e as parcerias em torno da inovação sempre fizeram parte do DNA do UNICEF”, disse Shanelle Hall, Diretora da Divisão de Abastecimento do UNICEF em Copenhague, na Dinamarca. “O site tem como premissa a ideia de que podemos e devemos fazer mais. É uma maneira pela qual o UNICEF está alcançando especialistas, a indústria e instituições de criação e pesquisa para que estes se envolvam.”

“Para a sobrevivência e o desenvolvimento da criança, a inovação é fundamental. Vidas de crianças estão sendo salvas graças a novas vacinas, formulações melhores de medicamentos pediátricos e tecnologias de saúde mais eficazes, como mosquiteiros mais duradouros”, disse Paul Molinaro, que lidera a equipe de inovação do UNICEF.

“Recentemente desenvolvida, uma tecnologia de telefonia móvel de código aberto está permitindo que os profissionais de saúde encurtem consideravelmente o tempo de espera para resultados de pacientes em testes e reduzam o risco de escassez de bens essenciais em clínicas remotas”, disse Paul Molinaro.

Acesse a plataforma: http://www.unicefinnovation.org

Fonte: ONU 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

DPS2000

O DPS2000® é um sistema pioneiro, concebido para possibilitar a passageiros com deficiência o acesso aos serviços de transporte público de forma autônoma e segura.

Transmissor portátil utilizado pelo passageiro

Receptor instalado em cada ônibus

Interface intuitiva de áudio
O próprio passageiro programa em seu transmissor DPS2000® as linhas de ônibus que utiliza com mais frequência, navegando pelos menus de áudio por meio de um botão direcional.

Chamada do ônibus através de ondas de rádio
Uma vez no ponto de ônibus, o usuário escolhe a linha desejada, dentre aquelas programadas anteriormente, e ativa o transmissor. Um sinal de rádio com a solicitação do passageiro passa a ser continuamente transmitido.

Alerta visual e sonoro para o motorista
Quando o ônibus da linha solicitada se aproxima do ponto onde o usuário o aguarda, o receptor DPS2000® detecta o sinal e alerta o motorista de que um passageiro com necessidade especial o aguarda na próxima parada.

Anúncio sonoro da chegada do ônibus
Ao parar no ponto, o alto-falante do DPS2000®, instalado no coletivo, pronuncia repetidamente o número da sua linha, avisando o passageiro de que seu ônibus chegou.

Baixo custo. Implantação rápida. Amplo alcance social.
O DPS2000® é uma solução de acessibilidade moderna e de forte impacto nas políticas de mobilidade urbana e inclusão social.
Fornecido exclusivamente pela Geraes.
O processo de aquisição do sistema DPS2000® dispensa licitação.

Fonte e Videos





 

Inteligência artesanal


 Em tempos de Tecnologia Assistiva cada vez melhor ( e regida por emoção, com certeza) vale à pena ler:

A tecnologia hoje é tão disruptiva que coloca em xeque até a participação humana no processo produtivo. Por isso é melhor você prestar atenção. As notícias dessa revolução não param de aparecer.
O "Wall Street Journal" revelou recentemente que a Ikea, a fabricante de móveis sueca, agora cria seus catálogos de vendas apenas com imagens produzidas digitalmente.

Não usam fotógrafos, móveis de verdade, modelos, luz: só imagens digitais. Todas as imagens são criadas por softwares bem programados e alimentados, que substituíram custosas produções em estúdios.
E não são só os móveis da Ikea que fazem parte dessa nova realidade antes chamada virtual.

A rede global de moda jovem H&M substituiu as modelos de (pouca) carne e osso por modelos digitais ainda mais perfeitas e muito mais fáceis de lidar e de remunerar.

Já uma startup americana, a Narrative Science, criou um software capaz de escrever artigos noticiosos e espirituosos a partir de dados básicos em tempo real, como um relato de um jogo de futebol a partir de sua ficha técnica.

A inteligência humana está fazendo a inteligência artificial avançar do entendimento da linguagem para a formulação da linguagem.

E ao mesmo tempo está criando robôs capazes de fazer tarefas que nosso corpo jamais faria ou faria a um custo financeiro e humano muito maior.

Colocando de uma outra forma, sua cabeça e o seu corpinho estão a caminho de serem superados por uma dupla concorrência brutal: softwares e robôs.
Você só tem uma coisa que eles não têm: alma, emoção, coração, o nome que se queira dar àquilo que de fato nos torna nós.

Mesmo aqueles entre nós que todo dia vão e voltam do trabalho como se tivessem ido a um jogo de futebol zero a zero, sem grandes lances emocionantes, têm uma alma profunda e única.
Quanto mais a usarmos produtiva e criativamente, mais valor traremos para o que fazemos.
Essa revolução tecnológica será destrutiva para quem trabalha como máquina e pensa como máquina já que agora, para isso, já temos as máquinas.

Por isso, a revolução das máquinas deve ser uma grande oportunidade para as pessoas.
Mas o mundo só vai querer lhe ouvir se você tiver algo a dizer. A atitude quente será muito mais importante do que o conhecimento frio.

Acumular conhecimento é preciso, mas sem personalidade e atitude você não será muito diferente da união do software com o robô.
Não paute vida e carreira pelo dinheiro. Realize, e o dinheiro será consequência. Como diz aquele imortal slogan da Nike: "Just do it".

Quem pensa muito em dinheiro geralmente não ganha muito dinheiro. Steve Jobs não criou o iPad pensando em dinheiro. O software e o robô são programados para render o máximo de dinheiro. Esse não deve ser o seu caso, porque a concorrência será matadora.

Será então que os robôs e os softwares, ao libertarem as pessoas dos trabalhos mecânicos e braçais, as levarão para posições mais criativas e inteligentes ou elas acabarão na fila dos desempregados?
Essa antiga pergunta segue sem resposta.

O que eu posso dizer é que a melhor maneira de enfrentar as máquinas é não ser uma máquina.
Seja sempre você mesmo, mas também não seja sempre o mesmo. Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se.

Eu sei bem como é isso. Seja o seu próprio programador para que você não seja programado pelos outros. Tenha seu próprio programa para não passar a vida coadjuvando em programas alheios.
Na próxima vez que você olhar no espelho, faça como dizia aquele outro slogan imortal, este da Apple: "Think different".

Pense diferente, olhe à frente e caminhe. Ninguém mais pode fazer essa jornada, nem os robôs e os softwares mais avançados.

Essa é a graça do jogo.

Opor à inteligência artificial a sua inteligência artesanal.

Fonte

MINHAS GÊMEAS, MINHA VOLTA Á VIDA. Caso Real

Recebo elogios no trabalho, pela produção e agilidade, mesmo só podendo usar o braço direito. Já operei máquina de malharia, já fui auxiliar de escritório.

Estou empregado, mas busco melhor oportunidade. Faz cinco anos que sofri acidente de moto, voltava sozinho, de um encontro com amigos, tinha bebido um pouco, insisti em voltar apesar de muito cansado e dormi na pista, dirigindo.

Acordei já no chão, com o braço direito quebrado pelo guard-rail. Um anjo passava neste instante, parou seu carro e me retirou da pista. Desmaiei. No hospital colocaram pino em meu braço, mas o impacto gerou uma lesão plexo-braquial. Trata-se de grave disfunção do membro superior, capaz de comprometer os movimentos de ombro, cotovelo e mão, por rompimento ou estiramento.

É com muitas dificuldades que faço tratamento até hoje. Existem raros especialistas na área, e sei que meu braço nunca mais poderá funcionar como antes. Minha volta ao mundo “normal” aconteceu de forma muito lenta, com muita dor, com muitas tentativas de tratamento, com a esperada depressão a ser vencida e apoio psicológico.

Hoje tenho vinte e sete anos, ensino médio completo, quero e preciso muito trabalhar, tenho duas filhinhas gêmeas de dez meses. Penso que precisamos de mais oportunidades de trabalho para as pessoas com deficiência, e acesso mais fácil a médicos especialistas.

Lesões como a que sofri precisam de atendimento precoce, idealmente até um ano após o acidente, pois a resposta seria maior e disfunção menor. Minha força de vida retornou quando tive minhas meninas. Com elas tive a graça de perceber que “Escapamos da morte quantas vezes for preciso, mas da vida nunca nos livraremos” – Chico Xavier.


Caso real. Elizabeth Fritzsons da Silva, Psicóloga – Diretora da Unidade de Atenção  aos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Idade avançada do pai é ligada a risco maior de autismo


Homens mais velhos também têm chances maiores de gerar filhos com esquizofrenia, segundo pesquisa.Achado ajuda a explicar aumento no número de diagnósticos de autismo, afirma especialista dos EUA 

DO “NEW YORK TIMES”


Homens mais velhos têm risco maior do que os jovens de gerar um filho com autismo ou esquizofrenia, de acordo com um estudo publicado ontem na "Nature".

A pesquisa, feita na Islândia, afirma que, com o avanço da idade do pai, aumenta a frequência de mutações genéticas aleatórias que podem causar os transtornos. 
Os cientistas lembram que o risco de uma criança desenvolver esses problemas é baixo -menos de 2% para filhos de pais com 40 anos ou mais.



Mas o trabalho reforça a ideia de que o crescimento dos diagnósticos de autismo nos últimos anos se deve em parte ao aumento da idade dos pais, fator que pode responder por 30% dos casos.
"Esse estudo dá uma das primeiras evidências sólidas para o real aumento dos números do autismo", afirmou Fred Volkmar, diretor do Centro de Estudos da Criança da Escola de Medicina de Yale.

O resultado, por outro lado, contraria a o conceito de que a idade da mãe é o fator mais importante para o risco de transtornos do desenvolvimento em crianças.
Anormalidades cromossômicas, como síndrome de Down, são mais comuns quando a mãe tem idade acima de 35 anos. Mas o risco genético de problemas psiquiátricos e de desenvolvimento vem do pai, segundo a pesquisa.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas da empresa deCODE Genetics, da Islândia, sequenciaram o genoma de 78 trios de pai, mãe e filho nos quais a criança tinha autismo ou esquizofrenia. Eles foram comparados a um grupo-controle de 1.859 pessoas.

Em média, uma criança nascida de um pai de 20 anos teve 25 mutações aleatórias vindas do material genético dele. A cada ano a mais do pai, houve duas mutações extras. Filhos de homens com 40 anos tiveram 65 mutações. O número médio de alterações vindas da mãe foi 15, em qualquer idade.
A maioria dessas mutações é inofensiva, mas ao menos 50% dos genes ativos têm alguma função no desenvolvimento neuronal. Assim, alterações aleatórias têm mais chance de afetar o cérebro do que outros órgãos.

Se o estudo se confirmar, o congelamento de sêmen na juventude para uso futuro pode se tornar aconselhável, diz Alexey Kondrashov, da Universidade de Michigan.
Evan Eichler, da Universidade de Washington, relativiza. "Alguns homens podem pensar: 'Quer dizer que vou precisar ter filhos só enquanto for jovem e bobo?' Claro que não. A maioria das mutações não causa nada e há muitos homens de 50 anos com filhos saudáveis."

Fonte

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CPqD

O CPqD é uma instituição independente, focada na inovação com base nas tecnologias da informação e comunicação (TICs), tendo como objetivo contribuir para a competitividade do País e para a inclusão digital da sociedade. Desenvolve amplo programa de pesquisa e desenvolvimento, o maior da América Latina em sua área de atuação, gerando soluções em TICs que são utilizadas em diversos setores: telecomunicações, financeiro, energia elétrica, industrial, corporativo e administração pública.


Entre suas atividades tem ação inclusiva oferecendo cursos que capacita pessoas com deficiencia e cria novas oportunidades profissionais, com aulas dadas duas vezes por semana com duração de tres horas por dia em sala separada especialmente para atender os requisitos de ergonomia necessarios.

O curso quatorze meses de duraçao, com total de 322 horas de treinamento abordando logica de programação, programação em Java, JavaScript, e HNTL, entre outros assuntos.

Fornece material de datico gratuitamente e transporte da região central de Campinas até suas instalações. Visite o site : CPqD para conhecer mais.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cerimônia de abertura da Paraolimpíada tem Brasil ovacionado

JAIRO MARQUES
ENVIADO ESPECIAL A LONDRES

Faltando uma hora para o início da cerimônia oficial de abertura dos Jogos Paraolímpicos de Londres, quem se abriu para um estádio tomado por 80 mil pessoas foi o céu da capital britânica, que passou o dia todo encoberto e com muita chuva.

Delegação brasileira é uma das mais ovacionadas ao desfilar pelo Estádio Olímpico

Mas os ingleses pareciam ter combinado com o clima. O espetáculo começou justamente com chuva, mas de bolhas de sabão. Bailarinos com seus guarda-chuvas flutuaram pelo centro da apresentação em um dos momentos mais emocionantes da festa.

Isso após um avião de pequeno porte, cheio de luzes azuis e soltando faíscas, pilotado por uma pessoa com deficiência, cruzar o céu. O físico Stephen Hawking fez um breve discurso sobre respostas para os mistérios do universo e, em seguida, explosões de fogos simularam o "big bang".

Cumprindo o compromisso de dar aos paraolímpicos a mesma importância que deu ao evento dos atletas olímpicos, Londres levou a rainha Elizabeth 2ª para garantir a nobreza da festa.

Bailarinos flutuando

A delegação brasileira, com 182 para-atletas, foi ovacionada ao desfilar para o público no Estádio Olímpico. O nadador Daniel Dias, um dos maiores medalhistas do país, carregou a bandeira na cerimônia de abertura.

Para os inspiradores da competição, os melhores lugares do Estádio Olímpico. A arena teve ampliada, nos últimos dias, sua capacidade para receber cadeirantes, com cerca de 500 posições.

Havia áudio-guia do evento especialmente preparado para os cegos e transmissão simultânea em libras (língua dos sinais) e com legendas, nos telões. Após três horas de cerimônia, mais chuva. Dessa vez, de papel picado.

Em seguida, os discursos, todos envolvendo o lema dos Jogos: inspirar uma geração a mudar o mundo para melhor. Seis cadeirantes, numa precisão de movimentos incrível, entraram carregando a bandeira paraolimpíca.

Fonte

Bailarina sai de quadro e dança para visitantes da exposição

 Bailarina surge de quadro e dança para público na exposição impressionista do CCBB



A exposição "Paris: Impressionismo e Modernidade", no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), apresenta 85 obras-primas de artistas como Monet, Van Gogh e Renoir.
As pinturas são do Museu D'Orsay, de Paris (França), e ficam por aqui até o dia 7 de outubro.
Durante o mês de agosto, além de ver os quadros, o público pode assistir a apresentações de música, dança e teatro e participar de atividades, gratuitamente.
Em "A Bailarina de Degas", uma dançarina "sai" de um quadro desse artista francês e faz uma performance ao som de um piano.
O público também pode conferir como funciona o zoopraxiscópio, invenção da época que cria a ilusão de que fotos estão em movimento. Na exposição, as imagens dos quadros impressionistas serão reproduzidas no aparelho.

Impressionismo Sensorial
Pessoas com deficiência visual também têm a oportunidade de descobrir as cores que caracterizam o movimento impressionista.
Por meio do exercício de áudio-descrição, educadores estimulam a sensibilização das pinceladas com ações poéticas. Os instrutores vão buscar palavras para descrever as cores e movimentos das telas.
Mini-contações de histórias em LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) sobre o universo impressionista atende ao público de deficientes auditivos.
Na ambientação, cheiros, sons e toques buscam relacionar e interagir os conceitos do impressionismo com todos os sentidos.

ANOTE NA AGENDA
"Paris: Impressionismo e Modernidade"
QUANDO: de terça a domingo, das 10h às 20h; exposição dos quadros até o dia 7 de outubro; atividades paralelas durante o mês de agosto
ONDE: CCBB São Paulo (r. Álvares Penteado, 112; tel. 0/XX/11/3113-3651)
QUANTO: gratuito

Fonte
Oferecemos arquivo de textos específicos, de documentos, leis, informativos, notícias, cursos de nossa região (Americana), além de publicarmos entrevistas feitas para sensibilizar e divulgar suas ações eficientes em sua realidade. Também disponibilizamos os textos pesquisados para informar/prevenir sobre crescente qualidade de vida. Buscamos evidenciar assim pessoas que podem ser eficientes, mesmo que diferentes ou com algum tipo de mobilidade reduzida e/ou deficiência, procurando informar cada vez mais todos para incluírem todos.