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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Lucro e prejuízo

O que você imagina que passa na cabecinha de uma criança assistindo a um desenho animado que acaba e o personagem continua falando, só que num comercial? E quando a criança é estimulada a juntar tantas figurinhas (em embalagens de alimento não saudável), uma em cada compra, para ganhar brindes? Tudo regado a felicidade se tais produtos forem consumidos.

Como se construirão a personalidade e os valores dessa criança? E que hábitos alimentares e padrão de consumo ela consolidará para a vida?

Hoje temos como parâmetro para formação da criança, além da família, da escola e da comunidade, a mídia. Sendo nossas crianças, no mundo, as que ficam mais tempo frente à TV, a mídia acaba sendo muitas vezes a grande professora. E ensina o quê? Quem avalia as consequências?

Obviamente, o crescimento de 200% da obesidade infantil de cinco a nove anos (dados recentes do IBGE) não é só responsabilidade da mídia. Sobra para os pais, que têm que ter infinita paciência e presença para exercer o controle da TV e o alimentar.

Eles podem, no melhor dos casos, diminuir os danos, tanto do hábito por alimentos não saudáveis quanto da desconstrução da ideia da felicidade atrelada ao consumo ou que a pessoa valha pelo que ostenta ou possa comprar. Mas distorções sérias estarão presentes, pois o tsunami na cabeça da criança é muito forte. Ela é um ser em formação e que acredita no que lhe é dito.

A propaganda não atua pela informação, e sim pela persuasão e tudo é reforçado na escola, pelos colegas. Um terço das nossas crianças está acima do peso. Uma geração que terá mais riscos de desenvolver doenças.

Quantas mães são induzidas pela publicidade a fornecer alimentos menos saudáveis acreditando que esses são até melhores? Quem não se lembra do "Danoninho, vale por um bifinho"? Convenhamos, neste mundo apressado, dá menos trabalho para preparar.

A criança não pode assinar contratos, comprar carro ou apartamento. Mas, por ter um peso gigantesco no que sua família consome, ela é o foco de grande parte da propaganda.

O Conar afirma que a atual regulamentação dá conta. Não dá. Ninguém acredita que um mercado de mais de R$ 130 bilhões/ano vá se autorregular.

Os bons institutos que se dedicam a pesquisas sobre o tema não têm poder de influência. Falam sozinhos, ou com associações de pais. Cabe ao Congresso, com rapidez, encaminhar os projetos já maduros para votação final.

Países desenvolvidos e com democracia consolidada já o fizeram. Temos que proteger nossas crianças que já caminham para uma epidemia de obesos como nos EUA. Do jeito que está, o mercado fica com o lucro, e a criança, sua família e o Estado, com o prejuízo.

MARTA SUPLICY escreve aos sábados nesta coluna.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Frutos da floresta e o controle do Câncer

Uma grata surpresa é termos através de pesquisas científicas recentes resultados animadores para o controle de vários tipos de câncer a partir do uso de princípios ativos de uma planta própria da Amazônia, a GRAVIOLA.

Estes efeitos anticancerígenos e citotóxicos da GRAVIOLA e seus congêneres são realmente atribuídos por comprovação científica acreditada pela ação das acetogeninas anonáceas através do seguinte mecanismo de ação: começa pela inibição da enzima NADH oxidase nas membranas plasmáticas das células cancerígenas, resultando na diminuição brusca da ATP (adenosina tri fosfática) celular pelo fato de inibirem a fosforização oxidativa diminuindo assim a concentração plasmática da ATP e com isto inibindo o fator de crescimento de células malignas no organismo.

Células estas resistentes a ação de múltiplas drogas pelo fato de existir uma bomba P – glico-proteína na membrana plasmática que por sua vez são capazes de inativar certas substâncias usadas  na quimioterapia. 
Então esta substância existente na GRAVIOLA aproveita o momento mais sensível da célula cancerosa induzindo o ciclo de desenvolvimento celular a interromper a multiplicação de células malignas. Logo a privação da ATP como foi explicada acima induz a célula à morte celular.

Quiçá possamos num futuro bem próximo cuidar dos nossos pacientes usando somente produtos oriundos da floresta. Mas em caso necessário procure sempre uma orientação do seu médico de confiança.
Oferecemos arquivo de textos específicos, de documentos, leis, informativos, notícias, cursos de nossa região (Americana), além de publicarmos entrevistas feitas para sensibilizar e divulgar suas ações eficientes em sua realidade. Também disponibilizamos os textos pesquisados para informar/prevenir sobre crescente qualidade de vida. Buscamos evidenciar assim pessoas que podem ser eficientes, mesmo que diferentes ou com algum tipo de mobilidade reduzida e/ou deficiência, procurando informar cada vez mais todos para incluírem todos.