domingo, 11 de setembro de 2016

Ciclismo de Pista. Paralimpíadas Rio 2016.

by Ricardo Shimosakai
Presente nos Jogos Paralímpicos desde Atlanta 1996, o ciclismo de pista combina velocidade e tática no velódromo.Presente nos Jogos Paralímpicos desde Atlanta 1996, o ciclismo de pista combina velocidade e tática no velódromo.
COMO TUDO COMEÇOU
O ciclismo para atletas com deficiência se originou no início dos anos 1980, na disciplina de estrada. Os avanços tecnológicos tornaram o esporte mais inclusivo e as competições cada vez mais disputadas. O ciclismo de pista é a disciplina mais recente do ciclismo Paralímpico – sua estreia aconteceu em Atlanta 1996, com eventos masculinos e femininos.
SOBRE A COMPETIÇÃO
Atletas com amputações, força muscular ou amplitude de movimento reduzida, paralisia cerebral e deficiências que afetam a coordenação usam bicicletas adaptadas. Já os com deficiência visual pedalam uma bicicleta de dois lugares chamada tandem. A adaptação das bicicletas pode variar – do acionamento de freios e câmbios até as próteses e órteses voltadas para a competição, como as que seguram o guidom. Como no ciclismo Olímpico, a velocidade é o fator determinante. Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o ciclismo de pista contará com eventos masculinos e femininos, individuais e por equipes.
As provas são distinguidas por uma letra, que indica o tipo de deficiência ou o tipo de bicicleta utilizada, e um número, que avalia o grau da limitação. No ciclismo, a letra B é usada para competições de atletas com deficiência visual (em inglês, blind), e a letra C denomina os que pedalam em bicicletas convencionais adaptadas. As provas são semelhantes às do ciclismo Olímpico, com eventos de contrarrelógio, perseguição e velocidade, além de velocidade por equipes. As bicicletas do ciclismo de pista não têm marchas, e as competições acontecem numa pista oval que varia entre 250m e 325m de extensão.
VOCÊ SABIA?
O Brasil nunca conquistou uma medalha no ciclismo – de pista ou de estrada – em Jogos Paralímpicos. Quem sabe no Rio 2016?
Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Guia do espectador - Ciclismo de Pista
Fonte: Rio 2016
Ricardo Shimosakai | 10/09/2016 às 12:00 | Categorias: acessibilidade | URL: http://wp.me/pSEPi-6OB

Depois de arriscar a vida pela filha, gaúcha se torna estrela da esgrima

Vale a leitura, fonte : http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/09/1812195-depois-de-arriscar-a-vida-pela-filha-gaucha-se-torna-estrela-da-esgrima.shtml

Remo. Paralimpíadas Rio 2016.

by Ricardo Shimosakai
Disputado palmo a palmo, o remo faz sua terceira participação nos Jogos Paralímpicos - sua estreia foi em Pequim 2008.Disputado palmo a palmo, o remo faz sua terceira participação nos Jogos Paralímpicos - sua estreia foi em Pequim 2008.
COMO TUDO COMEÇOU
A primeira representação de um barco a remo data de 5800 a.C. e foi descoberta na Finlândia. A mais antiga regata de que se tem registro aconteceu em Veneza, em 1274, quando gondoleiros e barqueiros competiram em barcos variados. No entanto, o remo só se tornou um esporte de competição nos últimos 200 anos, e ingressou nos Jogos Olímpicos em Atenas 1896, quando a regata acabou cancelada devido ao mar revolto. Quatro anos depois, em Paris 1900, a disputa enfim aconteceu. O remo Paralímpico, por sua vez, só entrou no programa dos Jogos a partir da edição de Pequim 2008.
SOBRE A COMPETIÇÃO
No remo Paralímpico, o equipamento de competição é modificado de forma que o atleta tenha mais facilidade na prática do esporte. Independentemente da categoria, as provas são disputadas sempre em distâncias de 1.000m, enquanto que nos Jogos Olímpicos são de 2.000m.
Os barcos podem ser tripulados por um, dois ou quatro atletas, dependendo da prova. Existem três classes no remo Paralímpico:
  • AS – para atletas com deficiência no tronco e nas pernas, cuja mobilidade se restringe aos ombros e aos braços (do inglês, arms and shoulders). A competição é individual
  • TA – destinada a atletas que realizam movimentos com o tronco e os braços (do inglês, trunk and arms). A prova é realizada em duplas formadas por um homem e uma mulher
  • LTA – para atletas que usam as pernas, o tronco e os braços para a remada (do inglês, legs, trunk and arms). Esta categoria inclui até duas pessoas com deficiência visual. A embarcação é ocupada por quatro integrantes, sendo dois homens e duas mulheres, além de um timoneiro, que pode ser do sexo feminino ou masculino e não precisa ser uma pessoa com deficiência
VOCÊ SABIA?
No remo, o timoneiro – que também desempenha a função de guia – não precisa ser uma pessoa com deficiência, assim como acontece no atletismo Paralímpico.
Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Guia do espectador - Remo
Fonte: Rio 2016



Monoculares tem direitos que eu desconhecia
   Eu tinha quase 2 anos e segurava um copo de àgua.Brincava ao lado de meu irmão, de 5 anos. Ele usava uma tesoura para recortar papel. Próxima, virei com o copo na mão, ele se assustou com m
eu movimento e ergueu os braços. A ponta da tesoura atingiu um de meus olhos. O colorido dele ficou alterado, é branco e azul, existe possível cirurgia futura para recuperar a visão deste olho. O outro é de cor castanha e enxerga muito bem-estou providenciando minha carta de motorista e ele foi considerado apto, sem restrições de visão.
   Sou tranquila a respeito, hoje tenho dezoito anos, meu nome é Camila. Minha mãe é que ficou sem sossego até que eu tentasse cirurgia, e passasse a usar aos 3 anos uma prótese ocular estética, que cobre todo o globo ocular. Uso o dia todo, só retirando para dormir. Troco conforme o corpo cresce, já tive seis próteses.
   Terminei o segundo ciclo da escola, já fui do corpo do SOMA, já fui jovem aprendiz na NET durante um ano e quatro meses, trabalhando seis horas/dia – o tempo máximo deste tipo de contrato.
   Buscando novo emprego, no site da agência descobri que pessoas como eu seriam consideradas com deficiência, com direitos especiais, incluindo-se aí a frequência a curso específico para a área, na escola SENAI. Procurei minha oftalmologista, para atestar minha condição.
   Iniciando o curso, achei engraçado ser a pessoa com menor idade, meus colegas tinham em média 21/22 anos. A experiência superou todas as minhas expectativas!
   Existe chance de emprego na multinacional patrocinadora. Tenho interesse, mas também planejo cursar faculdade de Administração e Contabilidade em 2017.
 “Visão é a capacidade de enxergar além do que os olhos são capazes. ” – Myles Munroe.

Caso real, Elizabeth Fritzsons da Silva, psicóloga, e-mail:bfritzsons@gmail.com

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

10 coisas boas sobre envelhecer

Escrito por  Alexandra Rosas (*)
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10-coisas-boas-sobre-envelhecer-fotodestaqueSe sentarmos e refletirmos apenas sobre o que é que gostamos da própria fase da vida em que estamos não é muito difícil encontrar alguns momentos de ouro. Eu sou mais amável e mais confiante, e o melhor de tudo, eu gosto mais de mim. Podemos gostar das nossas vidas como elas estão agora. Decidi listar as coisas que eu gosto sobre envelhecer.
Em praticamente todas as idades, decidimos o quão feliz queremos ser. Existem os dias de infância, quando nos lamentamos porque queremos ser adultos para fazermos o que queremos. Quando estamos na faculdade, queremos nos formar, para trabalharmos e ter dinheiro. Quando estamos trabalhando, sonhamos com o dia em que finalmente podemos nos aposentar. 
Se sentarmos e refletirmos apenas sobre o que é que gostamos da própria fase da vida em que estamos não é muito difícil encontrar alguns momentos de ouro. 
Digo, vamos esquecer os comerciais que nos dizem que temos que combater o envelhecimento. Podemos gostar das nossas vidas como elas estão agora. Para esse fim, decidi sentar e listar as coisas que eu gosto sobre envelhecer. Com o caderno na mão e minha caneta, as ideias começaram a fluir. Mesmo depois de ter cãibra por ter escrito nervosamente por 15 minutos, eu não conseguia parar. Escrevi até que meus pensamentos ficaram exaustos.
A seguir estão 10 coisas que realmente devemos adorar sobre o envelhecer. Se quiser saber das outras 90 é só me ligar para a gente conversar.
1. Eu me tornei menos emocional e mais pensativa em relação às minhas decisões. Há uma boa razão para isso. Nossos corpos produzem menos adrenalina, testosterona e estrogênio com a idade, toda essa leveza é muuuuito boa. Não sinto falta das minhas decisões de drama-queen e nervosismo dos meus 20 e 30 anos. Ou 40 anos. Hormônios estúpidos!
2. Eu já nem ligo para as pequenas coisas. Eu já tive não uma, nem duas, mas 3 experiências desagradáveis . Eu sei agora que muito do que eu me preocupo nunca dá em nada. Isso por si reduziu imensamente minha ansiedade. Eu me tornei a garota hippie dos anos 60 que diz "O quê? Eu, preocupada?". Tirando toda a maconha.
3. Eu posso comprar o que eu preciso na minha loja favorita: meu porão. Eu passei a vida inteira acumulando isto e aquilo e, para qualquer ocasião, ter uma peça para um presente particular, pois as chances são muito altas de eu ter algo para dar no meu porão. Muito do que eu tenho é "vintage" que é uma palavra chique para "coisas que você deixa em seu porão por mais de 20 anos."
4. Eu me tornei mais gentil comigo mesma. Esta deve ser a coisa que mais amo. Eu julgo muito menos, sou mais amorosa, respeitosa e me maravilho com tudo que já resisti e triunfei. Sim, esta é definitivamente a minha coisa favorita. Eu acho vou me dar um grande abraço agora. Mmmmm, é tão bom.
5. Gostar de mim mesma. Eu passei muito tempo desenvolvendo uma personalidade e eu gosto. Para minha surpresa absoluta e prazer, eu gosto de mim. (Ver também o item 4)
6. Eu já não babo - ou cobiço – o que está na moda. Eu vi tendências de estilo irem e virem, e agora sei que o terno de trabalho deste ano é um constrangimento no armário do próximo ano. Agora eu compro os clássicos, gasto menos dinheiro, tenho menos coisas no meu armário e, no entanto, milagrosamente, tenho mais roupas para usar do que eu tinha antes.
7. Tenho tantas boas histórias para contar. Eu nunca mais vou ter que me preocupar por não ter nada a dizer em uma festa onde não conheço ninguém. Tenho tantas histórias presas em meus bolsos traseiros, bolsos frontais, bolso da camisa, mangas... Eu nunca fui mais interessante do que sou hoje. E eu não digo isso de modo arrogante. É só que eu vivi.
8. Todos os meus anos de vida me fazem parecer inteligente. Todos os dias de aprendizagem, erros cometidos e muitas vezes retomar novamente e aprender um pouco mais me fazem soar como Madame Curie. Nós todos sabemos que é apenas a fórmula da vida, mas é impossível ter esse conhecimento até que você passe por um moedor de carne uma ou duas vezes, ou um milhão de vezes.
9. Eu já não preciso manter as aparências. A esta altura, todas as minhas cartas estão na mesa e o risco de ser ameaçada por aquilo que alguém tem, ou é, desapareceu anos atrás. Eu estou bem com o que eu posso e não posso fazer, o que eu tenho ou não tenho. Não há nenhuma necessidade de me enfeitar com minhas realizações ou posses.
10. É seguro (e divertido) paquerar. Eu estou no meio termo de ser a mãe de adolescentes e ter idade suficiente para dizer com segurança à alguém que está ótimo e não deixá-los preocupados que vou virar a louca menina apaixonada. Um simples "obrigado" é a resposta adequada a um elogio feito por uma mulher da minha idade. Como eu disse, eu poderia ir e talvez eu vá. Estou planejando lançar uma Parte II ao meu editor. Afinal, tudo o que tenho a fazer é dizer-lhe que ele tem uma voz agradável e que sua imagem de perfil parece especialmente robusta hoje.
(*)Alexandra Rosas, Purple Clover, escreveu para a seção Life Reimagined da AARP. Tradução livre de Dhara Lucena. Texto original em: https://lifereimagined.aarp.org/stories/34121-10-Good-Things-About-Getting-Older?cmp=EMC-DSO-NLC-WBLTR-AARPLR2016--NMCTRL-080516-F5-1381965&ET_CID=1381965&ET_RID=11112570&encparam=QMPnYA7pMqV8QIiKoJQEb7wknPe6f/lxhE2aYowzQ

FONTE :http://www.portaldoenvelhecimento.com/comportamentos/item/4170-10-coisas-boas-sobre-envelhecer
FONTE:o Paisagens urbanas e a (in)felicidade dos pedestres By Priscila Pacheco 5 de Setembro de 2016

Fonte:http://thecityfixbrasil.com/2016/09/05/paisagens-urbanas-e-a-infelicidade-dos-pedestres/

Paisagens urbanas e a (in)felicidade dos pedestres

FONTE : http://thecityfixbrasil.com/2016/09/08/cidade-suica-utiliza-arvores-para-amenizar-o-efeito-das-ilhas-de-calor/

Cidade suíça utiliza árvores para amenizar o efeito das ilhas de calor

Ciclismo de Estrada. Paralimpíadas Rio 2016.

by Ricardo Shimosakai
O ciclismo Paralímpico se popularizou na década de 80, mas era restrito a competidores com deficiência visualO ciclismo Paralímpico se popularizou na década de 80, mas era restrito a competidores com deficiência visual
COMO TUDO COMEÇOU
O ciclismo para atletas com deficiência se originou no início dos anos 80. As disputas de estrada estrearam no programa Paralímpico nos Jogos Nova York/Stoke Mandeville 1984, com eventos para competidores com paralisia cerebral. Quatro anos mais tarde, em Seul, ciclistas com outros tipos de deficiência – no caso, paralisia cerebral e amputados/ les autres –, foram incluídos. Atletas com deficiência visual fizeram sua estreia em Barcelona 1992
SOBRE A COMPETIÇÃO
A competição de ciclismo de estrada Paralímpico conta com eventos masculinos e femininos, individuais e por equipes. Assim como no ciclismo convencional, as provas de estrada são mais longas e exigem fundamentalmente uma boa tática. Há quatro tipos de bicicletas, específicas para cada tipo de deficiência. A classificação funcional está intimamente ligada ao modelo usado pelos atletas. Além das bicicletas tradicionais, há os triciclos, com duas rodas atrás, para aqueles com paralisia cerebral. Ashandbikes, impulsionadas com as mãos, são utilizadas por atletas com paraplegia ou tetraplegia. Os ciclistas com deficiência visual, por sua vez, pedalam uma bicicleta de dois lugares chamada tandem – o competidor é acompanhado por um guia no banco da frente, que indica a direção.
VOCÊ SABIA?
Ex-piloto de Fórmula 1, o italiano Alessandro Zanardi sofreu um acidente em 2001 em um Grande Prêmio na Alemanha e perdeu as duas pernas. Apaixonado por velocidade, Zanardi adotou o ciclismo de estrada Paralímpico e conquistou três medalhas em Londres 2012: duas de ouro (estrada e contrarrelógio) e uma de prata (revezamento misto).
Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Guia do espectador - Ciclismo de Estrada
Fonte: Rio 2016


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