quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Aumentar / diminuir a letra Diminuir / Aumentar a letra

Relatório sobre desastre em Mariana aponta: apesar do desastre, poucas mudanças à vista. Entrevista Especial com Bruno Milanez

“No contexto brasileiro estamos falando no que deverá ser o pior desastre socioambiental (em termos de extensão territorial) do país. As perdas para o país ainda precisam ser estimadas e, com muita dificuldade, se conseguirá efetivamente mensurar a gravidade do que ocorreu”, afirma o pesquisador.
Foto: Youtube.com
Antes fosse mais leve a carga: avaliação dos aspectos econômicos, políticos e sociais do desastre da Samarco/Vale/BHP em Mariana (MG)”, esse é o título do relatório lançado durante a Plenária do Comitê em Defesa dos Territórios Frente à Mineração - CNDTM, em Mariana - MG, entre os dias 13 e 15 de dezembro.
O documento apresenta uma sistematização dos dados sobre os diversos aspectos envolvidos norompimento da barragem do Fundão. O relatório, que inicialmente era um projeto menor, foi tomando dimensões maiores conforme as pesquisas sobre o desastre se aprofundavam e revelavam a complexidade e extensão do problema.
Segundo o pesquisador e um dos coordenadores do trabalho, Bruno Milanez, entre os objetivos do documento estão oferecer subsídios às lutas dos movimentos sociais e organizações não governamentais que debatem a questão mineral e contribuir para mudanças estruturais na prática da mineração no país. “Entendemos ser fundamental que todos os procedimentos relativos à extração mineral sejam revistos e que critérios mais rígidos sejam adotados. A proposta do relatório é exatamente essa, ele analisa diferentes elementos da Samarco e do rompimento da barragemdo Fundão para refletir sobre mudanças necessárias na forma de se explorar minérios no Brasil”, ressalta o pesquisador, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.
O documento é resultado do trabalho de pesquisa do Grupo Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade – PoEMAS, ligado à Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, mas também é formado por pesquisadores das áreas de ciências sociais, ciências humanas aplicadas e engenharias, que atuam em outras instituições de ensino superior no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. Com base nos dados sistematizados e no contexto atual das políticas públicas e legislações voltadas ao setor, como as discussões em torno do novo Código de Mineração,Milanez é categórico: “Tais mudanças na legislação vão tornar o processo de licenciamento menos exigente, o que vai piorar ainda mais a qualidade dos projetos e aumentar consideravelmente o risco de novos desastres”.
Bruno Milanez (foto abaixo) é graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, mestre em Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos e doutor em Política Ambiental pela Lincoln University. Atualmente leciona na Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF.
Confira a entrevista.
Portal Envolverde
IHU On-Line – O que o relatório aborda especificamente sobre o desastre da barragem do Fundão? Com que objetivos e como foi construída essa análise? O documento se dirige a um público mais diretamente?
Bruno Milanez - Um dos objetivos do relatório é tentar sistematizar informações sobre o desastre da Samarco para colaborar com uma reflexão coletiva sobre a atividade mineral no Brasil. O relatório aborda diferentes aspectos da Samarco e do rompimento da barragem, tais como relação com a economia mineral; governança corporativa; processo produtivo e gestão de rejeitos de mineração, relações com trabalhadores, comunidade e Estado; licenciamento ambiental, monitoramento de barragens, planos de atendimentos a vítimas e potenciais impactos socioambientais.
Se considerarmos que a Samarco pertence à Vale (que detém 80% do mercado de ferro do país) e assumirmos que o modo de operação da Samarco reflete os padrões da Vale, podemos concluir que esses padrões são insuficientes para evitar catástrofes como a que ocorreu em Mariana. A partir dessa percepção entendemos ser fundamental que todos os procedimentos relativos à extração mineral sejam revistos e que critérios mais rígidos sejam adotados. A proposta do relatório é exatamente essa, ele analisa diferentes elementos da Samarco e do rompimento dabarragem do Fundão para refletir sobre mudanças necessárias na forma de se explorar minérios no Brasil.
O relatório foi elaborado com o objetivo de subsidiar os movimentos sociais e as organizações não governamentais que debatem a questão mineral no país. Assim, esperamos que, se esses agentes concordarem com as premissas e propostas colocadas, as incorporem em suas contestações e demandas. Muitas das propostas dependem de decisões do Estado e das empresas; se esses agentes também lerem o relatório e incorporarem algumas de nossas recomendações, acho que diminuiremos a chance de novos desastres dessa magnitude.

“É fundamental que todos os procedimentos relativos à extração mineral sejam revistos e que critérios mais rígidos sejam adotados

 

IHU On-Line – De quem foi a iniciativa para a elaboração do relatório? Como é a equipe que participou desse trabalho?
Bruno Milanez - O Grupo Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade – PoEMAS é formado por pesquisadores das áreas de ciências sociais, ciências humanas aplicadas e engenharias. Seus membros atuam em instituições de ensino superior no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás, e se propõem a debater e avaliar os efeitos sociais, ambientais e econômicos das atividades extrativas minerais nas esferas local e nacional.
O desafio de elaborar tal relatório partiu do professor Rodrigo Santos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, que é um dos coordenadores do grupo. Inicialmente, pensávamos em um informe que deveria ter oito páginas. À medida que o grupo se debruçou sobre o problema, fomos vendo sua complexidade e a necessidade de nos aprofundarmos sobre os diferentes temas. Assim, o “informe” foi crescendo e, na versão final, o Sumário Executivo ficou com 10 páginas! Assim, a elaboração do relatório foi incorporada por nós como parte de nossas atividades de pesquisa e extensão.
IHU On-Line - O que representa em termos econômicos e socioambientais o rompimento da barragem do Fundão para o Brasil? E mundialmente?
Bruno Milanez - No contexto brasileiro estamos falando no que deverá ser o pior desastre socioambiental (em termos de extensão territorial) do país. As perdas para o país ainda precisam ser estimadas e, com muita dificuldade, se conseguirá efetivamente mensurar a gravidade do que ocorreu. O desafio de mensuração também se coloca do ponto de vista econômico, embora esse talvez seja mais fácil. Nesse caso, não basta pensar na paralisação da Samarco, temos de incluir também os milhares de pescadores que ficarão impedidos de trabalhar, assim como o impacto na vida dos agricultores que vivem nas margens do Rio Doce. O abastecimento de peixes, hortifrutigranjeiros, bem como de leite e derivados, sofrerá impactos significativos na região. Outras indústrias que também dependiam da água do Rio Doce para produzir também foram diretamente afetadas.
No contexto mundial, esse foi considerado o rompimento de barragem onde houve maior liberação de material e impactou a maior área. Possivelmente deverá ser também aquele que gerou as maiores perdas econômicas. Provavelmente, ao menos dentro do setor mineral, ele será lembrado durante muito tempo e usado como um exemplo do que não deve ser feito em relação à gestão de rejeitos de barragens e análise de risco.

IHU On-Line - A partir da sistematização de informações de diferentes ordens coletadas sobre esse desastre, quais pontos do relatório você destacaria com base nessa visão mais panorâmica da situação?
Bruno Milanez - O estudo tenta, a partir da análise do rompimento da barragem da Samarco, pensar questões mais gerais sobre a gestão de barragens de rejeitos no Brasil. Em algumas matérias de jornal, foi comum ler que teria havido uma série de erros. Entendo que essa série não está relacionada apenas ao rompimento em si, mas à gestãode barragens de rejeitos no Brasil.
O primeiro erro se dá no processo de licenciamento. As agências de licenciamento ambiental em Minas Gerais, e noBrasil em geral, estão sucateadas do ponto de vista técnico e sofrem intensa pressão política para liberar projetos que não são ambientalmente viáveis. O caso da barragem do Fundão, construída na mesma microbacia das outras duas barragens (Germano e Santarém) e ainda a montante de uma área povoada mostram uma situação de risco inaceitável. Apesar disso, ela foi aprovada, embora houvesse alternativas locacionais que minimizassem consideravelmente esse risco.
O segundo erro se dá no processo de monitoramento das barragens pelos órgãos governamentais. O monitoramento e controle da segurança em Minas Gerais é de responsabilidade da Fundação Estadual de Meio Ambiente - FEAM, que a realiza em conjunto com o Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM. Anualmente, a FEAM publica o Inventário de Barragens do Estado de Minas Gerais, no qual essas estruturas são classificadas de acordo com seu tamanho e estabilidade. No inventário de 2014, a barragem do Fundão foi considerada estável, o que põe sérias dúvidas sobre a eficácia de tais sistemas de monitoramento. Mais ainda, o mesmo relatório apontava 27 barragens cuja estabilidade não estava garantida (sendo sete consideradas de grande impacto social e ambiental). A Vale, por exemplo, possui uma barragem em Congonhas que foi considerada não estável nos relatórios de 2012, 2013 e 2014. Se o sistema fosse sério, isso não deveria ser permitido. A fiscalização de barragens em Minas Gerais apresenta limitações estruturais, associadas à incapacidade e inação dos órgãos estaduais em garantir níveis mínimos de segurança das populações e ecossistemas a jusante das barragens de rejeito em operação no Estado.

 

“A responsabilidade pela gestão das barragens é da empresa, e ela não pode se eximir disso

O programa nacional, sob responsabilidade da Agência Nacional de Águas - ANA é ainda mais frágil e não consegue nem mesmo compilar adequadamente os relatórios enviados pelos órgãos estaduais. Os dados sobre Minas Gerais apresentados no relatório da FEAM e no relatório da ANA, por exemplo, são incompatíveis.
Mas a questão não se limita à incapacidade do Estado. A responsabilidade pela gestão das barragens é da empresa, e ela não pode se eximir disso. Na ausência do controle público, a preocupação exclusiva no resultado econômico de curto prazo faz com que gestores dentro das companhias tomem decisões que aumentam os riscos de operação e, potencialmente, geram grandes danos para a sociedade, como no caso da barragem de Germano.
IHU On-Line - No relatório é apontada a necessidade de se compreender o caráter estrutural do rompimento da barragem do Fundão. Por quê? A que se refere precisamente esse caráter estrutural? Você poderia falar um pouco sobre essa questão?
Bruno Milanez - Em primeiro lugar, ele apresenta o rompimento de barragens como um elemento inerente à atividade mineral. Até o momento, a sociedade brasileira tem encarado os desastres com barragens de rejeito como algo fortuito, que acontece “por acaso”. Essa percepção fez com que vivêssemos diferentes eventos e pouco aprendêssemos com eles. Sendo assim, tivemos, apenas em Minas Gerais, seis desastres nos últimos quinze anos (um a cada dois anos e meio) e em momento algum paramos para questionar se as barragens e, particularmente, as megabarragens seriam a forma mais inteligente de lidar com rejeitos de mineração. O rompimento da barragem do Fundão mostra que não é, e precisamos aprender com isso.
Existe um estudo feito por Davies e Martin, em 2009, que sugere a existência de uma relação entre o aumento do número de rompimentos de barragens e o fim do ciclo de alta do preço dos minérios. Essa relação estaria associada à aceleração dos processos de licenciamento ambiental e à pressão sobre os órgãos licenciadores na fase de preços elevados, bem como à intensificação da produção e pressão por redução de custos no período de redução dos preços. Alguns desses elementos podem ser identificados no desastre tecnológico da Samarco e seu caráter estrutural sugere que outras empresas podem estar vivendo situações de risco semelhantes. Esse levantamento precisaria ser feito.
Em segundo lugar, análises feitas por Bowker e Chambers em 2015 indicam, no passado recente, um aumento do número de rompimentos de barragens de rejeitos considerados graves e muito graves. Essa tendência estaria associada ao fato de as inovações em beneficiamento de minérios terem avançado muito mais rapidamente do que aquelas voltadas para o tratamento dos mesmos. Assim, tem sido possível lavrar reservas com teor cada vez menor de minério, gerando uma quantidade crescente de rejeito por tonelada de minério beneficiada, e demandando barragens progressivamente maiores.
No cenário sugerido por esses estudos as falhas de barragens continuarão a acontecer, com frequência cíclica, porém com impactos em escala ampliada. Entender esse contexto é fundamental para que quaisquer mudanças na legislação ou nas práticas das empresas sejam efetivas.

“Passado o momento de comoção, todas as medidas estão sendo encaminhadas para os corredores da burocracia

 

IHU On-Line - O desastre de Mariana aconteceu em meio às discussões a respeito do Novo Código Mineração e, no Estado de Minas Gerais, ao Projeto de Lei 2.946/2015, que altera o Sistema Estadual do Meio Ambiente. Diante das análises do relatório, que reflexos socioeconômicos e ambientais a aprovação dessas legislações pode ocasionar?
Bruno Milanez - A aprovação, em 25 de novembro de 2015, doprojeto de lei 2.946/2015 proposto pelo governo do Estado deMinas Gerais definiu um prazo máximo para o licenciamento ambiental de projetos estratégicos, após o qual, os projetos seriam licenciados por uma superintendência vinculada ao gabinete do Secretário de Estado de Meio Ambiente.
Deve ser levado em consideração que a campanha do governador Fernando Pimentel (PT) recebeu 3,1 milhões de Reais de empresas ligadas à Vale S.A. Apresentando uma proposta de mesma natureza, o Projeto de Lei do Senado 654/2015, de autoria do senador Romero Jucá (PMDB/RR), foi aprovado, também em 25 de novembro, na Comissão de Desenvolvimento Nacional do Senado. Tais mudanças na legislação vão tornar o processo de licenciamentomenos exigente, o que vai piorar ainda mais a qualidade dos projetos e aumentar consideravelmente o risco de novos desastres.
No caso do novo Código de Mineração, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados é formada por 27 titulares, dos quais 20 tiveram suas campanhas financiadas por empresas mineradoras. O relator, Leonardo Quintão(PMDB/MG), que teve 42% de sua campanha financiada por mineradoras, fez várias alterações ao projeto de lei do Executivo que ampliarão consideravelmente a mineração em áreas vulneráveis e diminuirão o controle social e estatal sobre a atuação das empresas mineradoras. Na última versão, o relator acrescentou alguns artigos relativos à segurança de barragem, mas uma leitura cuidadosa da proposta mostra que são quase todas inócuas, uma vez que não são criados instrumentos de fato para sua implementação.
IHU On-Line - Através das análises realizadas para compor o relatório é possível se ter uma ideia de quais desdobramentos podem derivar desse desastre? (Tanto para a empresa quanto para os atingidos, os danos ambientais e os rumos das políticas referentes ao setor de mineração no Brasil).
Bruno Milanez - A Samarco é uma empresa estritamente exportadora. Com a interrupção de sua produção, seus clientes irão passar a adquirir produtos em outros mercados, ela terá um grande trabalho em recuperá-los, principalmente no caso dos clientes europeus (21% das vendas), que tendem a ser mais exigentes com relação a padrões ambientais e dificilmente voltarão a confiar na empresa. Da mesma forma, a BHP e a Vale tiveram perda considerável de imagem e a recuperação da confiança de consumidores e investidores vai depender de suas ações na remediação e compensação dos impactos que causaram.
Por pior que possa soar esse cenário, creio que as empresas são as menos prejudicadas pelo rompimento. A partir das ações postas em prática e dos resultados alcançados nos primeiros 30 dias após o rompimento, eu vejo um cenário ainda mais negativo para atingidos, meio ambiente e as políticas. Passado o momento de comoção, todas as medidas estão sendo encaminhadas para os corredores da burocracia, onde possivelmente caminharão invisíveis e de forma muito lenta.

“Minha esperança repousa na mudança da perspectiva da população sobre o papel da mineração no país

Os atingidos irão passar por um longo processo de adaptação à sua nova condição. O Estado brasileiro parece não ter entendido o rompimento da barragem como um “desastre” e os esforços para minimizar as perdas das vítimas são pífios. Estive nos dias 13 e 14 em Mariana e fui informado de que na cidade há somente três agentes do INSS. Pessoas que precisam ter acesso aos benefícios sociais, em decorrência do desastre, estão sendo agendadas para março. Da mesma forma, segundo o Sindicato Metabase Inconfidentes o rompimento da barragem forçou a redução da produção das minas da Vale em Mariana. Os trabalhadores dessas minas não foram incluídos no acordo de não demissão com o Ministério Público do Trabalho e os cortes de pessoal já foram iniciados.
Com relação aos danos ambientais, nossos órgãos públicos carecem de capacidade de manter ações de longo prazo, sendo caracterizados pelas descontinuidades de políticas e programas. Além disso, estamos falando de uma bacia que corta vários municípios e dois estados. Haverá dificuldades na atribuição de responsabilidades tanto pela execução, quanto pelo monitoramento.
Qualquer programa de recuperação se estenderá por muitos anos. Do ponto de vista de experiências semelhantes, considero que podemos nos basear no exemplo do Lago Batata, em Oriximiná, Pará. Lá, a Mineração Rio do Norte(outra joint-venture que envolve atualmente a Vale e a BHP, entre outras empresas) lançou rejeitos de mineração de bauxita por 10 anos, impactando “apenas” 30% do lago. Em 1989, foi iniciado um programa de remediação ambiental; passados 25 anos, o lago ainda está sendo recuperado. Dada a escala e a intensidade do impacto sobre a bacia do Rio Doce, podemos imaginar que a sua recuperação será ainda mais longa.
Por fim, eu tenho poucas esperanças do ponto de vista de mudanças efetivas imediatas nas políticas ambientais e demineração. Como mencionei anteriormente, as propostas atuais de mudança na legislação vão no sentido da redução da capacidade de avaliação dos estudos de impacto ambiental e da intensificação da mineração no país. Ou seja, na direção contrária à que precisamos.
Minha esperança repousa na mudança da perspectiva da população sobre o papel da mineração no país. Se a sociedade brasileira, a partir dessa tragédia, se tornar mais crítica e exigente com relação à implantação e operação de projetos minerais e, consequentemente, passar a exigir a restrição dessas atividades e a elevação de padrões operacionais, talvez venhamos a ter avanços no médio e longo prazos.
Por Leslie Chaves

PARA LER MAIS:


  • 30/07/2014 - O modelo neoextrativista e o paradoxo latino-americano. Entrevista especial com Bruno Milanez
  • 12/11/2015 - O rompimento da barragem da Samarco. O desafio de revegetar a área. Entrevista especial com Luiz Roberto Guimarães Guilherme
  • 18/11/2015 - Minas Gerais e o flagelo da mineração. Entrevista especial com Apolo Lisboa
  • 23/11/2015 - Tragédia de Mariana: “Desdobramentos são atacados somente à medida que aparecem”. Entrevista especial com David Zee
  • 25/11/2015 - Barragens de alto risco ameaçam 540 mil pessoas
  • 09/12/2015 - Subprocuradora diz que houve negligência e omissão da Samarco em Mariana
  • 29/11/2015 - Mineração e o jogo dos sete erros. Entrevista especial com Paulo Rodrigues
  • 09/12/2015 - Novo código da mineração é escrito em computador de advogado de mineradoras
  • 16/11/2015 - Ambientalistas querem maior rigor em novo código de mineração
  • 17/11/2015 - Entre o luto e a saudade: um panorama do maior desastre ambiental do Brasil
  • 22/10/2013 - Vale, o maior saque de minério do mundo
  • 19/11/2015 - Brasil tem ao menos 16 barragens de mineração inseguras, diz DNPM
  • 27/11/2015 - Ministra quer rever legislação para evitar novas tragédias com barragens
  • 27/11/2015 - Brasil tem 663 barragens de rejeitos de mineração, diz especialista
  • 20/11/2015 - Departamento Nacional de Produção Mineral confirma que há risco de rompimento de barragens em Mariana
  • 12/11/2015 - Samarco diz, agora, que reforçará nova barragem em risco em Minas
  • 18/11/2015 - A lama que encobre o Brasil
  • 18/11/2015 - Mariana: essa não é uma tragédia ambiental
  • 15/12/2015 - Projeto que aumenta risco de impactos e desastres ambientais pode ser votado no plenário do Senado
  • 09/11/2015 - Manobra tenta aprovar Código da Mineração
  • 28/08/2015 - Relator do Código da Mineração aprofunda retrocessos socioambientais em novo parecer
  • 14/11/2013 - Proposta de Código da Mineração do relator Leonardo Quintão é um enorme retrocesso
  • 24/11/2015 - Para o MPF a Samarco sabia dos riscos de rompimento de barragem desde 2013
  • 09/12/2015 - Mariana: um mês da tragédia e anos à frente para garantir reparação total
  • 10/11/2015 - Danos ambientais são irreversíveis, avalia ambientalista
  • VEJA TAMBÉM:


  • Mineração em debate. Revista IHU On-Line, Nº. 451
  • http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/relatorio-sobre-desastre-em-mariana-aponta-apesar-do-desastre-poucas-mudancas-a-vista-entrevista-especial-com-bruno-m

  • quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

    Aumentar / diminuir a letra Diminuir / Aumentar a letra
    NOTÍCIAS » Notícias

    Exposição prolongada a agrotóxicos pode causar câncer e mal de Parkinson, alerta Inca

    Exposição prolongada a agrotóxicos pode causar desde irritações na pele, vômitos e alergias, a mal de Parkinson e câncer. Os dados alarmantes foram apresentados pela representante do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Marcia Sarpa, em audiência pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
    A reportagem foi publicada por EcoDebate, 07-12-2015.
    O debate, solicitado pelo deputado Augusto Carvalho (SD-DF) para discutir os impactos dos agrotóxicos na saúde e no meio ambiente, foi realizado na quinta-feira (3), quando é comemorado o Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos. A data foi escolhida em memória da tragédia de Bhopal, na Índia, em 1984, quando houve um vazamento de cerca de 40 toneladas de gases letais de uma fábrica de agrotóxicos. O desastre provocou a morte de mais de sete mil pessoas.
    Márcia Sarpa explicou que as baixas doses e as exposições múltiplas às substâncias desregulam o sistema imunológico e são responsáveis por mutações no DNA que podem levar ao câncer. Segundo ela, acreditava-se que a maioria dos casos da doença era proveniente de fatores genéticos, mas hoje já se tem entendimento que 80% a 90% dos casos de câncer estão relacionados a fatores biológicos, físicos e químicos. Sarpa afirma que a prevenção é possível.
    “Uma das medidas urgentes no Brasil é o cumprimento da legislação, porque a Lei dos Agrotóxicos [7.802/89] é bem rigorosa quando fala que agrotóxicos mutagênicos, carcinogênicos e teratogênicos não podem ser registrados no Brasil. Então vamos cumprir a lei, proibir a pulverização aérea e o uso de agrotóxicos proibidos em outros países. Nós não somos o lixo do mundo”, afirmou.
    O coordenador do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, Pedro Luiz Gonçalves Serafim da Silva, acrescentou que a proposta de emenda à Constituição (PEC 491/10) que proíbe a criação de imposto incidente sobre insumos agrícolas é um retrocesso.
    Para Augusto Carvalho o atual modelo brasileiro de produção de commodities tem provocado várias tragédias no país. “Tragédias é o que marca o nosso tempo. Enquanto o Brasil continuar com esse modelo de grande produtor e exportador de commodities, nós vamos ter as mineradoras fazendo o que fizeram agora em Mariana e outras tragédias poderão acontecer. E a produção de grãos de commodities podem também estar levando a uma tragédia invisível e pouco dimensionada”, declarou o deputado.
    Preocupado com o aumento do uso de agrotóxicos no País nos últimos anos, Carvalho também formulou um abaixo-assinado requisitando a implementação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara). O programa faz parte da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Decreto 7.794/12).

    Declaração da ONU dos Direitos da Pessoa com Deficiência é lançada em cordel

    by Ricardo Shimosakai
    Teresina, no Piauí, é a sexta de dez capitais do Brasil a receber a palestra-showTeresina, no Piauí, é a sexta de dez capitais do Brasil a receber a palestra-show
    Com o intuito de difundir a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o CEIR recebeu na manhã de segunda (30/11), um evento de iniciativa do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, por meio da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD) em parceria com a SEID. Essa convenção foi incorporada à legislação brasileira em 2009 com força de emenda constitucional e está sendo apresentada em dez capitais brasileiras sob a forma de cartilha que tem por linguagem o cordel nordestino.
    Nas palavras do secretário de estado para inclusão da pessoa com deficiência, Mauro Eduardo “o Brasil é tido como um dos países que mais a sério leva os direitos das pessoas com deficiência e, por isso mesmo, tornar-se signatário dessa convenção da ONU foi um processo facilitado”, e ainda destaca o Piauí nesse contexto ao falar que “somos a sexta de dez capitais que estão recebendo esse projeto por sermos referência no tratamento dos direitos das pessoas com deficiência e a escolha da linguagem do cordel é também uma forma de acessibilidade, pois nem sempre a interpretação das leis está ao alcance de todos e o cordel torna esse entendimento mais lúdico, fácil e até divertido”.
    O objetivo do evento
    A apresentação da cartilha de cordel se dá dentro da oficina “Uma vida igual para todos no compasso do Cordel”, comanda pela psicóloga paulista Daniela karmeli que tem 22 anos de experiência no trato com pessoas portadoras de deficiência psicológica e atua à frente da ONG Grupo Chavirim. “Tem de haver conscientização dos próprios direitos por parte das pessoas e o cordel facilita esse processo. O Brasil faz parte do grupo de países que abraça a Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU desde 2009 e com o lançamento da Lei Brasileira da Inclusão - LBI, que entra em vigor em janeiro de 2016, essa necessidade de consciência dos direitos é ainda maior. Esse projeto da cartilha em linguagem de cordel quer mostrar que está tudo interligado”, frisa Daniela.
    A representa do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e Direitos Humanos, Marelande Brito, disse se sentir em casa em uma terra com tantas mulheres atuantes e revelou o motivo de o Piauí ter sua capital selecionada para estar entre as dez que receberam a oficina ao dizer “peço emprestadas as palavras do secretário Mauro Eduardo quando diz que já fizemos muito, mas temos ainda muito por fazer. O trabalho encontrado aqui mostra o que é possível fazer pelas pessoas portadoras de deficiências. Espero que as palavras ditas aqui nesta manhã de trabalho sejam de crescimento. Que Teresina esteja mais esclarecida depois do evento e que tudo isso seja um estímulo à aplicação à convenção de Genebra”.
    Piauí: referência em políticas públicas para as pessoas com deficiência
    Sem dúvida alguma o Piauí é destaque na implementação de políticas para as pessoas portadoras de deficiência. As palavras do Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Conade, Joaquim Santana, dizem muito a respeito desse destaque do nosso estado quando diz que “o Piaui está na sobreloja, ou seja, acima de outros estados do Brasil no que tange a políticas públicas para pessoas com deficiência. Fruto de ter uma pessoa que toma café, almoça e janta políticas públicas para deficientes à frente da SEID”. As palavras foram proferidas na mesa de honra da solenidade de abertura do evento e dizem respeito ao anfitrião, o secretário de estado para a inclusão da pessoa com deficiência, Mauro Eduardo. À frente dos trabalhos de uma secretaria cujo principal trabalho está na articulação, Maurinho, como é conhecido tem um trabalho de luta pelo respeito aos direitos da pessoa portadora de deficiência fundamentado na fundação da Associação dos Deficientes Físicos de Teresina, em 2001 e no fato de ter participado da fundação pioneira do CEIR, ao lado de D. Rejane Dias, para quem foi braço direito e sucessor na condução dos projetos nessa seara. Sendo ele próprio portador de deficiência em decorrência de uma sequela de pólio que o acometeu com apenas um ano e meio de vida, Maurinho é o primeiro secretário a conduzir políticas públicas para portadores de necessidades especiais, no Piauí, vivenciando o problema da ótica daqueles a quem representa.
    Seu trabalho de articulação tem gerado frutos quantificáveis. Dos parlamentares piauienses, Maurinho conseguiu, recentemente, duas emendas parlamentares totalizando R$ 400 mil que financiaram aquisição de equipamentos para a APAE de Piripiri. Já do Ministério da Saúde, o secretário conseguiu autorização de emprenho de R$ 4,9 milhões para a construção de um centro especializado de reabilitação que inicia obras já em janeiro de 2016. O seu trabalho chamou atenção de outros estados brasileiros no Fórum Nacional de Gestores da Pessoa com Deficiência, onde pode mostrar os avanços do CEIR no atendimento a pessoas necessitadas de próteses, órteses e na entrega regular de cadeiras de rodas motorizadas.
    Um piauiense na composição da cartilha
    A iniciativa de produzir a cartilha em linguagem de cordel exigiu licitar profissionais de reconhecido conhecimento no assunto. Entre esses profissionais está o piauiense Beto Brito, radicado há 34 anos na Paraíba. “Sou bastante conhecido na Paraíba pelo trabalho no cordel através da música. Tenho oito discos gravados e turnês internacionais e tenho trabalhado escrevendo livros em formato de cordel. Escrevo cordel há mais de 20 anos” conta o artista popular que teve participação importante na composição dos versos que integram a cartilha e trazem para mais perto da compreensão os direitos das pessoas com deficiência. “Está provado, desde a antiguidade, que ensinar através dos versos torna tudo mais fácil. A rima ajuda a fixar o conteúdo na mente e o nordestino tem uma grande empatia com esse artifício. E eu ainda digo que o repentista é o grande divulgador da cultura popular”, pontua Beto Brito, ressaltando que a escolha desse forma de cordel foi um grande acerto para o projeto.
    Para aqueles que querem conhecer o trabalho de Beto Brito, o artista disponibiliza seus discos, na íntegra, no seu site http://www.betobrito.com. Além das belas composições que lhe renderam reconhecimento internacional, é possível conhecer a história do artista piauiense e se deleitar com o belo visual do site.
    Como obter a cartilha
    A cartilha foi distribuída em versão impressa durante a solenidade e pode ser requerida no site da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, ou baixada na seção de publicações que você acessa através do link: Convenção sobre os direitos das Pessoas com Deficiência em literatura de cordel
    Fonte: Vida Mais Livre

    vale a visita

    http://avosidade.com.br/

    vale a visita

    http://www.casadaptada.com.br/2015/12/o-que-passara-online-no-dia-8-de-dezembro-congresso-de-acessibilidade/

    Vale a visita

    http://www.senhorasesenhores.com/categoria/saude/bem-estar/

    sábado, 5 de dezembro de 2015

    A VIDA E TALENTO NATURAL DE CUIDAR FORJARAM O SEU CAMINHO

    SEMPRE ENCONTRO PESSOAS IDOSAS EM MEU CAMINHO

       Solteira fui cuidar de Olinda, senhorinha idosa. Era sua dama de companhia durante a semana, nos fins de semana voltava para a casa paterna. Trabalhei dois anos.
       Quando casei meu esposo me informou que tinha escolhido cuidar de sua mãe, com sequelas de acidente vascular cerebral. Passamos a morar em sua casa, sabia que cuidaria dela sempre. Chegou até a usar cadeira de rodas, foram vinte e cinco anos de convivência, ela confiava muito em mim.
       Desde o início de meu casamento, quis independência financeira. Buscava faxinas, as pessoas gostavam de mim, e acabavam me contratando para cuidar de seus idosos. Trabalhava mais à noite, para não faltar com minha sogra. O marido, tecelão, ajudava a cuidar da casa no período da manhã. Sempre deixei portas abertas em todos os lares pelos quais passei.
       Quando trabalho, carrego no colo a pessoa idosa, se preciso, e cuido de sua higiene. Perguntam porque não faço enfermagem, é muito simples- não suporto a ideia de furar a pele de alguém com uma seringa! Quero cuidar sempre deles, que aparecem muito facilmente em minha história de vida. Só parei um pouquinho quando engravidei de minha única e querida filha Camila, e em seu primeiro ano de vida. Depois familiares próximos sempre me davam suporte quando eu estava trabalhando.
       Meus pais são idosos hoje, ele bem doente, mas já faz muitos anos que lavo e passo suas roupas. Assim consigo estar presente em suas vidas também.
      Meu nome é lima, tenho 43 anos. Este trabalho me gratifica, dá uma calma muito grande – não sei qual será meu futuro!
    “Deus não vem em pessoa para abençoar. Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão. Todos nós podemos ser anjos. ” – Chico Xavier.

    Caso real, Elizabeth Fritzsons da Silva, psicóloga, e-mail: bfritzsons@gmail.com

    sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

    Turismo de Experiência em Santa Catarina. História para Todos promove roteiros culturais para surdos.

    by Ricardo Shimosakai
    O projeto tem como principal objetivo promover a cultura do turismo de experiência, desenvolvendo a cadeia de valor do turismoO projeto tem como principal objetivo promover a cultura do turismo de experiência, desenvolvendo a cadeia de valor do turismo
    O Sebrae/SC – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina em parceria com a Fundação Municipal de Cultura e Turismo de São José desenvolveram o projeto Turismo de Experiência visando incentivar e promover os pequenos negócios locais.
    O projeto tem como principal objetivo promover a cultura do turismo de experiência, desenvolvendo a cadeia de valor do turismo com orientações aos empreendedores para oferta de experiências memoráveis a seus visitantes através da valorização da singularidade de cada produto com base nos atributos culturais e de tipicidade local da Grande Florianópolis, resultando na inovação do turismo em Santa Catarina.
    A experiência diferencia-se do turismo convencional, pois incorpora vivência e emoção, tornando memorável o próprio ato do consumo, dessa forma o turista não se limita apenas em ser um simples observador, ele participa e interage nas atividades, é o ator principal do turismo que escolheu. O novo turista deseja ser surpreendido e emocionado.
    O objetivo do turismo de experiência é estimular o envolvimento com as comunidades locais, o aprendizado de novas atividades através da arte de explorar os sentidos, como a produção de artesanato, práticas gastronômicas, realização de esportes, aventuras, brincar com o folclore local e conhecer as práticas religiosas, assim envolver o turista em uma atividade em que ele é o personagem principal.
    Esta modalidade de turismo ganha novos adeptos ano após ano, atraindo um público mais exigente que procura participar das experiências, com isso criando oportunidades de negócios para pequenas empresas desenvolverem a partir das suas histórias, hábitos e costumes experiências únicas.
    PRODUTOS DE EXPERIÊNCIA: GRANDE FLORIANÓPOLIS
     -   Tour das Experiências – Passeio interativo de ônibus panorâmico pela Ilha da Magia;
     -    Um Dia Inesquecível – Experiência de preservação ambiental na reserva extrativista Pirajubaé;
     -    Paladares da 10a. Ilha – Roteiro histórico e gastronômico pelo Centro Histórico de Florianópolis, iniciando no Mercado Público até a Ponte Hercílio Luz
     -    OstraXperience – Experiência enogastronômica e técnica com ostras nativas e exóticas numa tradicional fazenda de ostras no Ribeirão da Ilha.
     -    O Homem do Mar – Uma experiência inesquecível a bordo de um barco de pescador.
     -    Alimentação Interativa e Hora do Banho com Tartarugas – Experiência ambiental de preservação e interação com as Tartarugas Marinhas.
     -    Faça Você sua Caipirinha – Aprenda fazer e saborear a Caipirinha que nasceu como remédio para o corpo e atualmente é remédio para os males da alma.
     -    Experiência de Mergulho – Mergulho com aula explicativa sobre espécies marinhas através de técnicas visuais em ambiente submerso.
     -    Jogos da Experiência – Espante o mau tempo, divertimento garantido com brincadeiras e jogos entre família e grupo de amigos.
     -    Ecorafting – Experiência na Serra do Tabuleiro de semeadura através de bombas de sementes de plantas nativas jogadas nas margens dos rios durante o rafting.
     -    Oficina Chinelo de Dedo – Conhecer a cultura e praticar a arte da Olaria na roda de Oleiro e instrumentos musicais de barro.
     -    A Magia do Barro – Passeio histórico pelo Centro Cultural de São José e confecção de objeto de barro no ateliê de arte degustando um ótimo café com vista privilegiada.
     -    Entre Gingas e Histórias: a Capoeira, Patrimônio Cultural da Humanidade – Vivencie a ancestralidade afro-brasileira através da imersão na arte da capoeira, samba de roda, contação de história e gastronomia típica.
     -    História para Todos – Roteiro Cultural no Centro Histórico de São José e Florianópolis para surdos com experiências lúdicas de abayomis, olarias e artesanatos.
     -    Feira da Freguesia – Local de encontro dos moradores, atrações culturais, artesanato, antiguidades e gastronomia.
    Fonte: SEBRAE
    Oferecemos arquivo de textos específicos, de documentos, leis, informativos, notícias, cursos de nossa região (Americana), além de publicarmos entrevistas feitas para sensibilizar e divulgar suas ações eficientes em sua realidade. Também disponibilizamos os textos pesquisados para informar/prevenir sobre crescente qualidade de vida. Buscamos evidenciar assim pessoas que podem ser eficientes, mesmo que diferentes ou com algum tipo de mobilidade reduzida e/ou deficiência, procurando informar cada vez mais todos para incluírem todos.